quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Está em desuso!

Não está em falta, apenas em desuso!
Amar platonicamente não me cabe mais e não me caberá por um bom tempo.
Na festa do povo alegre, sem dívidas e dúvidas nos conhecemos e conhecemos mais que o necessário, talvez.
Timidez? Não está em falta, apenas em desuso!
   
Sem  querer estudar, se envaidar, bajular ou acariciar.
Eu até gosto de tais atividades, mas sempre é demais!
Vontade? Não está em falta, apenas em desuso!

Acabaram as ideias, se foram como água entre os dedos.
Sinto muita coisa ainda, mas não sei explicar como nem porque.
Criatividade? Não está em falta, apenas em desuso!


terça-feira, 13 de setembro de 2011

T P M

Não sei bem ao certo o que acontece, só sei que sinto, e sinto muito.
Sinto muito por sentir, e sinto tanto que não sei sentir mais nada.
                  TPM!
Tão Pouco Para Morrer:
Talvez uma das piores, é aquela em que passo por uma puta crise existencial, acompanhada de uma forte sensação de fracasso.

Tocou Perguntou Morreu:
Talvez não, com certeza, uma das piores para os meus entes queridos e amigos próximos.
Não me venha com piadas sem graça, frases feitas sem sentido, não toque em mim quando quiser me chamar, tão pouco fique tagarelando ao meu lado. Tá avisado!

Tô Pouco Maleável:
Basicamente a mesma carcterística da "Tocou Perguntou Morreu", a diferença é que se me desagradar eu choro e não você.

Tô Pronta Pra Massacrar:
Tô nem aí nem tô chegando, falo mesmo o que vier a cabeça, mesmo que você não goste.

Tentei Parar Mãe:
Putz, essa é a que bate um peso na consciência. Sinto que tudo que faço de "errado", é verdadeiramente errado. Medito e digo que não farei mais.

Tô Pensando Merda:
Após a "Tentei Parar Mãe" sempre vem essa. Todo peso na consciência desaperece, me sinto leve como uma pluma, disposta a fazer tudo e mais um pouco, por que no fundo eu sei que vai passar porque é só uma fase, eu só preciso saber me controlar.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Depressão!


Destruição mórbida de quem eu sou, assim ao vivo, sem pensar, sem pestanejar. E que se parta quem quer que eu parta, tô nem aí, nem tô chegando. Sou a única que pode me destruir, não que eu queira no momento, não mesmo. Mas nunca se sabe que hora eu vou destruir, pode ser daqui a pouco ou daqui à dez anos, eu sinceramente não sei. De uma coisa eu sei, tem que ser marcante, chocante, horripilante. Calma meus caros, não pensem que sou um perigo aos que estão ao meu redor, ou mesmo à mim, nada disso. Toda revolta é a falta de mobilidade que tenho, me sinto destruída por mim mesma, pelo mundo, pelo meu próprio corpo, são alguns poucos os motivos que tenho pra continuar, mas os poucos me bastam para não perder o controle. Calma âmago, ainda não é a hora de se rebelar, de destruir, por mais que queiras acalma-te e sorri.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Longe

Se eu pudesse eu construiria um lugar, um lugar chamado Longe
Lá em Longe logo que o sol se esconde a noite canta nosso amor
A noite não tem vergonha, não tem medo da cegonha
Na noite de Longe o silêncio tem um cheiro de romance
Em Longe não se tem medo de viver, nem de amar
Eu vou pra Longe pra brincar de entrelaçar
Vem comigo pra Longe, lá você pode ser quem você quiser
Desde que seja minha mulher
Um dia eu vou te mostrar toda beleza que se esconde em Longe.